terça-feira, 15 de novembro de 2011

Errou? Que bom. Corrija! Por: Luiz Carlos Cabrera

O filósofo Mario Sergio Cortella, um caro amigo, me ensinou uma frase que tenho usado muito em processos de coaching: “Um erro deve ser corrigido, e não punido”. O medo de errar é um verdadeiro vaporizador paralisante para profi ssionais em qualquer momento da carreira. O dever da perfeição, que não deixa de ser uma herança totalitária e positivista, é o maior empecilho à criatividade e à inovação. Claro, estou falando dos erros que representam uma falha, algo que não foi feito com dolo ou má-fé.

Estou falando do erro comum que todos podem cometer, mas que somente poucos admitem. O erro na gestão, nas condições que descrevi anteriormente, tem de ser visto não como uma parada obrigatória no que se está fazendo, mas como um simples atraso. Não pode ser visto, quando ele ocorre, como um beco sem saída, mas como um desvio de rota. Pior ainda é o profi ssional falso e hipócrita que acredita que a melhor atitude é esconder o erro ou não falar dele. O erro é para ser discutido, analisado e, aí sim, corrigido.

O dever da perfeição é o maior empecilho à inovação

O processo de correção tem de ser um momento de crescimento, de transparência, de abertura. Nunca de crucifi cação. Pior do que constatar o erro é não aproveitar o momento para aprender. A história cansa de contar o número de vezes que todos os famosos cientistas e inventores erraram. Se Thomas Edison, Benjamin Franklin ou Albert Einstein tivessem parado no primeiro erro, várias invenções do mundo moderno não existiriam ou teriam sido adiadas. E Steve Jobs e Bill Gates? Vocês acham que nunca erraram? É claro que o erro atrapalha, atrasa, incomoda, constrange.

Mas a excelência em tratá-lo traz um efeito multiplicador incrível. Estamos lutando, nas empresas brasileiras, para melhorar a criatividade e incentivar a inovação. Garanto, com a experiência de quem educa há mais de 30 anos, que não falta inteligência ao brasileiro para inovar. Falta, sim, competência para fazer a gestão. E gestão moderna signifi ca ter atitude positiva e corajosa de entender e ajudar a corrigir os erros dos que trabalham à sua volta. O ser humano é imperfeito e por isso maravilhosamente humano. Errou? Apague e faça de novo.

Luiz Carlos Cabrera é professor da Eaesp-FGV, diretor da Amrop Panelli Motta Cabrera e membro do Advisory Board da Amrop International
 

SEC - TH

Site super bacana e muito interessante para os profissionais da área.
Link recomendado: http://www.secth.com.br/si/site

Marketing Direto Digital - Por Sandra Turchi (Síntese)

O artigo trata do relacionamento ente venda pela internet e clientes. Relata o cuidado ideal para se ter com o consumidor, pois, mesmo se trantando de um markening on line, não significa que o cliente se torne menos exigente. É preciso pesquisar as necessidades de cada tipo de consumidor, as novas tendências e a maneira adequada de divulgar isso na rede.  
A dica é não disparar email-s de qualquer maneira, para todo tipo de contato, isso pode ser identificado como spam e dessa forma vir a prejudicar mais, do que auxiliar. É preciso ainda, identificar os bons clientes e manter um contato contínuo com os mesmos, afim de torná-los cada vez mais fiéis. Ir em busca de uma nova clientela é essencial, para expandir o negócio.
Ou seja, a rede social está aí para ajudar, se utilizada de maneira adequada e séria pode se tornar grande fonte de renda e divulgação. Portanto, nada de ficar esperando, o negócio agora é ir em busca das inovações e melhor assim, cada vez mais o seu negócio.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Dicas importantes para arrasar no visual sem parecer extravagante.

Traje formal: usado em ambientes mais convencionais, onde geralmente o masculino predomina. Aqui o ideal é um look mais sóbrio, com terninhos ou vestido mais casaco. Para dar um charme especial você pode adotar uma camisa diferente ou então um lenço no pescoço. Vale ressaltar que os acessórios devem seguir a mesma linha, discretos, bem desenhados e modernos. Cuidado para não colocar um terninho e um brinco ripe que não tem nada a ver com o estilo.
Traje casual ou semi-formal: este aqui é usado em ambientes menos formais, pode-se abrir mão do tradicional terninho e investir um pouco mais em cores e acessórios.
Traje esportivo: aqui quase tudo é liberado, como eu disse: quase tudo! Não devemos esquecer que secretária é secretária em qualquer lugar, portanto, tome sempre cuidado.
Em empresas que tem um ambiente informal, muitas pessoas acabam ficando confusas no que pode e não pode usar. Como é tudo mais liberado você pode mostrar seu estilo em roupas até mesmo mais confortáveis que o traje formal, por exemplo. Aqui você pode misturar o esportivo com o casual. Combine o jeans com camisa, vestido com um casaco e assim por diante.

Recomendo...

Encontrei um site bastante interessante, com algumas dicas importantes para festas de fim de ano dentro da organização. Segue o link recomendado. http://www.supersecretariaexecutiva.com.br/

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Um novo perfil da profissão

As atividades cotidianas das Secretárias Executivas requerem amplos conhecimentos técnicos, administrativos e emocionais, que são de extrema importância no desempenho de suas funções, pois, são mais aplicados em soluções de problemas, que é o grande desafio na atribuição da Secretária do novo milênio.